terça-feira, 31 de julho de 2012

A vida de antigamente.

Oi gente, hoje vamos mostrar a vida de antigamente como vcs sabem, nós estamos procurando o máximo que podemos para trazer aqui para vcs o principal tema desse blog, que á historia da antiguidade oque certas pessoas gostam de pesquisar e de mergulhar no tempo antigo, e ainda inclusivamente para vcs vamos trazer para vcs ver como era a vida de antigamente.

ANTIGAMENTE, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam-lhes pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio. E se levavam tábua, o remédio era tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia. As pessoas, quando corriam, antigamente, era para tirar o pai da forca e não caíam de cavalo magro. Algumas jogavam verde para colher maduro, e sabiam com quantos paus se faz uma canoa. O que não impedia que, nesse entrementes, esse ou aquele embarcasse em canoa furada. Encontravam alguém que lhes passasse a manta e azulava, dando às de vila-diogo. Os mais idosos, depois da janta, faziam o quilo, saindo para tomar fresca; e também tomavam cautela de não apanhar sereno. Os mais jovens, esses iam ao animatógrafo, e mais tarde ao cinematógrafo, chupando balas de altéia. Ou sonhavam em andar de aeroplano; os quais, de pouco siso, se metiam em camisa de onze varas, e até em calças pardas; não admira que dessem com os burros n’água.

HAVIA OS QUE tomaram chá em criança, e, ao visitarem família da maior consideração, sabiam cuspir dentro da escarradeira. Se mandavam seus respeitos a alguém, o portador garantia-lhes: “Farei presente.” Outros, ao cruzarem com um sacerdote, tiravam o chapéu, exclamando: “Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo”, ao que o Reverendíssimo correspondia: “Para sempre seja louvado.” E os eruditos, se alguém espirrava — sinal de defluxo — eram impelidos a exortar: “Dominus tecum”. Embora sem saber da missa a metade, os presunçosos queriam ensinar padre-nosso ao vigário, e com isso metiam a mão em cumbuca. Era natural que com eles se perdesse a tramontana. A pessoa cheia de melindres ficava sentida com a desfeita que lhe faziam, quando, por exemplo, insinuavam que seu filho era artioso. Verdade seja que às vezes os meninos eram mesmo encapetados; chegavam a pitar escondido, atrás da igreja. As meninas, não: verdadeiros cromos, umas tetéias.

ANTIGAMENTE, certos tipos faziam negócios e ficavam a ver navios; outros eram pegados com a boca na botija, contavam tudo tintim por tintim e iam comer o pão que o diabo amassou, lá onde Judas perdeu as botas. Uns raros amarravam cachorro com lingüiça. E alguns ouviam cantar o galo, mas não sabiam onde. As famílias faziam sortimento na venda, tinham conta no carniceiro e arrematavam qualquer quitanda que passasse à porta, desde que o moleque do tabuleiro, quase sempre um cabrito, não tivesse catinga. Acolhiam com satisfação a visita do cometa, que, andando por ceca e meca, trazia novidades de baixo, ou seja, da Corte do Rio de Janeiro. Ele vinha dar dois dedos de prosa e deixar de presente ao dono da casa um canivete roscofe. As donzelas punham carmim e chegavam à sacada para vê-lo apear do macho faceiro. Infelizmente, alguns eram mais do que velhacos: eram grandessíssimos tratantes.

ACONTECIA o indivíduo apanhar constipação; ficando perrengue, mandava o próprio chamar o doutor e, depois, ir à botica para aviar a receita, de cápsulas ou pílulas fedorentas. Doença nefasta era a phtysica, feia era o gálico. Antigamente, os sobrados tinham assombrações, os meninos lombrigas, asthma os gatos, os homens portavam ceroulas, botinas e capa-de-goma, a casimira tinha de ser superior e mesmo X.P.T.O. London, não havia fotógrafos, mas retratistas, e os cristãos não morriam: descansavam.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Luíz Gonzaga(homenagem)

Luiz Gonzaga do Nascimento (Exu, 13 de dezembro de 1912Recife, 2 de agosto de 1989) foi um compositor popular brasileiro, conhecido como o Rei do Baião.

Foi uma das mais completas, importantes e inventivas figuras da música popular brasileira. Cantando acompanhado de sua sanfona, zabumba etriângulo, levou a alegria das festas juninas e dos forrós pé-de-serra, bem como a pobreza, as tristezas e as injustiças de sua árida terra, o sertãonordestino, para o resto do país, numa época em que a maioria das pessoas desconhecia o baião, o xote e o xaxado. Admirado por grandes músicos, como Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Raul Seixas, Caetano Veloso, entre outros, o genial instrumentista e sofisticado inventor de melodia e harmonias ganhou notoriedade com as antológicas canções Baião (1946), Asa Branca (1947), Siridó (1948), Juazeiro (1948), Qui Nem Jiló (1949) e Baião de Dois (1950)


A música mais conhecida de Luíz Gonzaga Asa branca:

http://www.youtube.com/watch?v=A5r2_wGk1dI&feature=fvwrel






Amélia Earhart (pioneira da aviação).


Amélia Earhart, a primeira mulher a pilotar um avião sozinha, que completaria 115 anos se ainda estivesse viva no dia 24 de julho de 2012.


A primeira pilota de avião

Amélia fez história na aviação e se tornou pioneira por ser a primeira mulher que voou solo sobre o Oceano Atlântico. Grande defensora dos direitos do sexo feminino, escritora e vista como um ícone do seu tempo, ela nasceu em Kansas no dia 24 de julho de 1897. Foi apenas em 1920 que ela teve sua primeira experiência de voo, como passageira, mas a partir daquele momento, percebeu que faria daquela a sua profissão.

Seu grande feito aconteceu 12 anos depois. Aos 34 anos, na manhã de 20 de maio de 1932, Earhart partiu de Harbour Grace, Terra Nova. Após um voo de 14 horas e 56 minutos, no qual ela enfrentou fortes ventos do norte, gelo e problemas mecânicos, Amélia pousou em um pasto em Culmore, norte de Derry, Irlanda do Norte. Depois de fazer uma viagem transatlântica em 1923, apenas como auxiliar, ela se tornara a primeira mulher a efetuar um voo solo sem escalas através do Atlântico.

O feito lhe rendeu a “Distinguished Flying Cross” do Congresso dos Estados Unidos, a “Cruz de Cavaleiro” da Legião de Honra do governo francês e a “Medalha de Ouro” da National Geographic Society das mãos do presidente Herbert Hoover. Vieram também fama, sucesso e muito reconhecimento.

Apaixonada pela aviação, foi também pilotando que ela faleceu. Amélia desapareceu no oceano Pacífico, perto da Ilha Howlandm enquanto tentava realizar um voo ao redor do mundo em 1937. Seu corpo nunca foi encontrado e a pioneira da aviação norte-americana acabou sendo declarada morta no dia 5 de janeiro de 1939.


Beijos.