Antiguidade a vista
sábado, 12 de janeiro de 2013
Um site Ridicúlo
olhem bem a postagem mais prescisamente nessa bosta bem enfim vou parar de falar pq já estou com muita raiva!!!!!!
Moda em 500 anos de Brasil!!!
M
De 1500 a 1550
De 1551 a 1600
O estilo elizabetano levou para o vestuário o rococó da corte inglesa. Muitos bordados, laços, enfeites de ouro, pedras encrustradas. As saias eram largas, recheadas por várias armações, e as mangas, fofinhas. Preto, vinho e vermelho eram as cores da moda, sempre incrementadas por detalhes dourados. Outra tendência lançada por Elizabeth I foi o vermelho-fogo nos cabelos, que também recebiam perucas longas e encaracoladas.
Veja aqui várias imagens de Elizabeth I e aqui filmes sobre ela.
Veja mais fotos do traje masculino no Rococó aqui.
De 1601 a 1650
As brasileiras passaram a se vestir como as princesas das famílias reais européias. Vestidos tinham meia cauda e eram confeccionados em cetim bordado a ouro. O corpete continuava sufocando os troncos femininos, destacados pelo decote quadrado. Alguns vestidos tinham armações de arame no lugar da gola. Um estilo imponente, influenciado pela moda de Luís XII.
De 1651 a 1700
Os vestidos ficaram mais curtos na frente e com cintura melhor definida. A grande novidade eram os adereços para os cabelos, umas estranhas armações que deixavam a cabeleira volumosa.
De 1701 a 1750
Nesta época, as roupas estiveram mais femininas do que nunca. Além dos seios e da cintura, os quadris eram destacados com uma armação chamada de ‘‘anquinha’’. Meias e luvas brancas faziam parte do vestuário, que incluía também arranjos dourados para o cabelo.
De 1751 a 1800
A moda fica mais discreta. Os excessos das décadas anteriores vão sendo eliminados pouco a pouco. Vestidos menos rodados, mangas menos fofas, fim da ‘‘anquinha’’, calçados com salto baixo. Os penteados imensos diminuem, assim como o volume e a altura das perucas.
De 1801 a 1850
Pouco se muda na história do vestuário. As roupas e sapatos continuam nos mesmos padrões do século anterior, mas dois elementos são agregados ao guarda-roupa: peles de animais e os sensuais xales, que ‘‘fingiam’’ cobrir decotes generosos.
De 1851 a 1900
No Brasil do Império e da República, a moda não era mais britânica. Paris, sim, passara a ser a bola da vez. Nos navios que desembarcavam por aqui, chegavam tecidos, figurinos e revistas da França. Pela primeira vez, os modelitos estrangeiros são adaptados ao nosso clima. Em 1870, Bartholomeu Thimonnier inventa a máquina de costura. Uma década depois as tinturas artificiais são descobertas, colorindo os tecidos antes pálidos.
De 1901 a 1950
Décadas de 50 e 60
A televisão e o cinema influenciam os jovens, que passam a usar blusões de couro, topetes, camisas coloridas, calças justas. Para as mulheres, vestidos bem rodados, casaquinhos e sapatilhas.
Década de 70
O estilo hippie domina a moda jovem, com batas indianas e calças boca-de-sino. Mas essa também é a época da discoteca, do brilho, do exagero. A meia arco-íris de lurex usada por Sônia Braga em Dancing Days vira febre entre as mulheres, que também aderem às sandálias plásticas. No final da década, o movimento punk ganha a Inglaterra e o mundo. Cabelos estilo moicano, muitas tachas, botas de cano alto e roupas pretas saem das ruas e já ocupam as vitrines.
Década de 80
O punk estilizado — aquele visual gótico — domina as boutiques jovens e divide a preferência com mangas-morcego, calça legging, crucifixos, pochetes, camisões, calças de couro… A moda é um verdadeiro pastiche. Madonna faz sucesso e dita tendências entre as garotas. As meias coloridas continuam no topo.
Década de 90
É o auge da androginia. Ternos, blazeres, calças retas fazem a brincadeira menino/menina. Surgem as supertops, modelos cotadíssimas que, com seus corpos esguios e muito magros, influenciam a estética.
O século 21
Por falta de imaginação, o início do século apresenta uma mistura geral. Peças clássicas, como o corpete, são reintegradas ao vestuário. Influências das décadas passadas, anos 70 e 80 totalmente revisitados. A moda nunca foi tão democrática quanto agora.
Foto 1
Anos 50: o twin-set tornou-se um clássico
Foto 2
Estilo hippie nas vitrines dos anos 70
Foto 3
Romantismo inspirando a moda no século 17
Foto 4
Rendas e bordados copiados da moda européia
Foto 5
Na época da colônia, o dourado significava status
Foto 6
No século 15, veludo mesmo sob o calor
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Rei Arthur
*O Rei
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| Rei Arthur.1385 |
- A primeira relata que ele era filho de Lot Luwddoc e sua esposa Ann-Morgause, uma tia por parte da mãe de Artur.
- Uma segunda relata que ele era filho de Artur e Ann-Morgause, adotado e criado por Lot.
- Uma terceira relata que ele era filho de Artur e Morgana, meia-irmã materna de Artur. Morgana ainda era solteira e por isso o entregou para Ann-Morgause e Lot para que fosse adotado e criado como filho próprio deles.
- Primeiro com Guinevak (Gwenhwyvach), uma irmã mais nova de Guinevere (Gwenhwyfar).
- O segundo com Cwyllog, uma Princesa do Reino de Gwynedd.
- O terceiro com Guinevere, esposa de Artur e amante de Lancelot.
domingo, 14 de outubro de 2012
Sobre a comp !
Uma curtinha pra animar
tera que ter pelo menos 2 reais para mandar pra nois para podermos mandarpelo correio o chec
ter idade suficiente para ter indereso e cppf(sei la como se escreve mais da pro gasto
e isso gente o resultado da comp curtinha vai vir na terca a noite entao CORRE!!!!
beijos.♥
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Alberto Santos Dumont (Palmira, 20 de julho de 1873 — Guarujá, 23 de julho de 1932) foi um aeronauta, esportista e inventor brasileiro. Dumont é considerado por muitos brasileiros como o inventor do dirigível, do avião e do ultraleve.
Santos Dumont projetou, construiu e voou os primeiros balões dirigíveis com motor a gasolina. Esse mérito lhe é garantido internacionalmente pela conquista do Prêmio Deutsch em 1901, quando em um voo contornou a Torre Eiffel com o seu dirigível Nº 6, transformando-se em uma das pessoas mais famosas do mundo durante o século XX.[1] Com a vitória no Prêmio Deutsch, ele também foi, portanto, o primeiro a cumprir um circuito pré-estabelecido sob testemunho oficial de especialistas, jornalistas e populares.
Santos Dumont também foi o primeiro a decolar a bordo de um avião impulsionado por um motor a gasolina. Em 23 de outubro de 1906, ele voou cerca de 60 metros a uma altura de dois a três metros com o Oiseau de Proie' (francês para "ave de rapina"), no Campo de Bagatelle, em Paris. Menos de um mês depois, em 12 de novembro, diante de uma multidão de testemunhas, percorreu 220 metros a uma altura de 6 metros com o Oiseau de Proie III. Esses voos foram os primeiros homologados pelo Aeroclube da França de um aparelho mais pesado que o ar,[2] e possivelmente a primeira demonstração pública de um veículo levantando voo por seus próprios meios, sem a necessidade de uma rampa para lançamento.
Apesar de os brasileiros considerarem Santos Dumont como o responsável pelo primeiro voo num avião, na maior parte do mundo o crédito à invenção do avião é dado aos irmãos Wright. Uma excepção é a França, onde o crédito é dado a Clément Ader que efectuou o primeiro voo de um mais pesado que o ar propulsionado a motor e levantando voo pelos seus próprios meios em 9 de Outubro de 1890[3][4][5]. A FAI, no entanto, considera que foram os irmãos Wright os primeiros a realizar um voo controlado, motorizado, num aparelho mais pesado do que o ar[6], por uma decolagem e subsequente voo ocorridos em 17 de dezembro de 1903 no Flyer, já que os voos de Clément Ader foram realizados em segredo militar, vindo-se apenas a saber da sua existência muitos anos depois[7][8][9]. Por outro lado, o 14-Bis de Dumont teve uma decolagem autopropulsada, reconhecida oficialmente por publico e jornalistas, tendo sido a primeira atividade esportiva da aviação a ser homologada pela FAI.[2][10][11][12]
terça-feira, 31 de julho de 2012
A vida de antigamente.
HAVIA OS QUE tomaram chá em criança, e, ao visitarem família da maior consideração, sabiam cuspir dentro da escarradeira. Se mandavam seus respeitos a alguém, o portador garantia-lhes: “Farei presente.” Outros, ao cruzarem com um sacerdote, tiravam o chapéu, exclamando: “Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo”, ao que o Reverendíssimo correspondia: “Para sempre seja louvado.” E os eruditos, se alguém espirrava — sinal de defluxo — eram impelidos a exortar: “Dominus tecum”. Embora sem saber da missa a metade, os presunçosos queriam ensinar padre-nosso ao vigário, e com isso metiam a mão em cumbuca. Era natural que com eles se perdesse a tramontana. A pessoa cheia de melindres ficava sentida com a desfeita que lhe faziam, quando, por exemplo, insinuavam que seu filho era artioso. Verdade seja que às vezes os meninos eram mesmo encapetados; chegavam a pitar escondido, atrás da igreja. As meninas, não: verdadeiros cromos, umas tetéias.
ANTIGAMENTE, certos tipos faziam negócios e ficavam a ver navios; outros eram pegados com a boca na botija, contavam tudo tintim por tintim e iam comer o pão que o diabo amassou, lá onde Judas perdeu as botas. Uns raros amarravam cachorro com lingüiça. E alguns ouviam cantar o galo, mas não sabiam onde. As famílias faziam sortimento na venda, tinham conta no carniceiro e arrematavam qualquer quitanda que passasse à porta, desde que o moleque do tabuleiro, quase sempre um cabrito, não tivesse catinga. Acolhiam com satisfação a visita do cometa, que, andando por ceca e meca, trazia novidades de baixo, ou seja, da Corte do Rio de Janeiro. Ele vinha dar dois dedos de prosa e deixar de presente ao dono da casa um canivete roscofe. As donzelas punham carmim e chegavam à sacada para vê-lo apear do macho faceiro. Infelizmente, alguns eram mais do que velhacos: eram grandessíssimos tratantes.
ACONTECIA o indivíduo apanhar constipação; ficando perrengue, mandava o próprio chamar o doutor e, depois, ir à botica para aviar a receita, de cápsulas ou pílulas fedorentas. Doença nefasta era a phtysica, feia era o gálico. Antigamente, os sobrados tinham assombrações, os meninos lombrigas, asthma os gatos, os homens portavam ceroulas, botinas e capa-de-goma, a casimira tinha de ser superior e mesmo X.P.T.O. London, não havia fotógrafos, mas retratistas, e os cristãos não morriam: descansavam.


