Ola meus amores, hoje eu tava assistindo um filme da disney chamado Avalon High e um filme baseado com a história do Rei Arthur,bem, Só que e em tempos atuais nos Estados Unidos que na verdade deveria ser na Grã Bretanha,mas eu adorei o filme fala da reiencarnação de Arthur e na verdade a reicarnação não seia um garoto era uma garota!(estranho né) então chega de bla bla bla e vamos ao post:
*O Rei
Rei Artur (em
inglês King Arthur) é uma figura lendária
britânica que, de acordo com histórias
medievais e
romances, teria comandado a defesa contra os invasores
saxões chegados à
Grã-Bretanha no início do
século VI. Os detalhes da história de Artur são compostos principalmente pelo
folclore e pela
literatura, e sua existência histórica é debatida e contestada por historiadores modernos. A escassez de antecedentes históricos de Artur é retratada por diversas fontes.
O lendário Artur cresce como uma figura de interesse internacional em grande parte pela popularidade do livro de
Geoffrey de Monmouth,
Historia Regum Britanniae (
História dos Reis Britânicos). Porém, alguns contos de
Gales e da
Bretanha e poemas relativos a história do Rei Artur foram feitos antes deste livro; nestas obras Artur aparece como um grande guerreiro que defende a Grã-Bretanha dos homens e inimigos sobrenaturais ou como uma figura fascinante do folclore, às vezes associada com o
Outro Mundo,
Annwn. Quanto ao livro de
Geoffrey de Monmouth, foi mais adaptado dessas obras do que inventado por ele mesmo, porque ele é desconhecido. Embora os temas, acontecimentos e personagens da lenda de Artur variem de texto para texto e não exista uma versão totalmente comprovada, a versão de Geoffrey sobre os eventos é frequentemente usada como ponto inicial das histórias posteriores. Geoffrey descrevia Artur como um rei britânico que venceu os saxões e estabeleceu um império composto pela
Grã-Bretanha,
Irlanda,
Islândia e
Noruega. Na realidade, muitos elementos e acontecimentos que agora fazem parte da história de Artur apareceram no livro de Geoffrey, incluindo
Uther Pendragon, pai de Arthur, o mago
Merlim, a espada
Excalibur, o nascimento de Artur em
Tintagel, sua batalha final em
Camlann contra
Mordred em Camelot e o fim de
Avalon.
Chrétien de Troyes, escritor francês do
século XII que adicionou
Lancelote e o
Santo Graalà história, iniciou o gênero de romance arturiano que se tornou uma importante vertente da
literatura medieval. Nestas histórias francesas, a narrativa foca frequentemente em troca do Rei Artur para outros personagens, como os
Cavaleiros da Távola Redonda. A literatura arturiana teve sucesso durante a
Idade Média, mas diminuiu nos séculos que se seguiram até ter um ressurgimento significativo no
século XIX. No
século XXI, as lendas continuam vivas, tanto na
literatura como em adaptações para
teatro,
cinema,
televisão,
revista em quadrinhos e outras mídias.
*A Origem
A origem do mito do rei Artur é um ponto muito debatido pelos estudiosos até hoje. Alguns acreditam que o personagem Artur está baseado em alguma figura histórica, provavelmente um chefe guerreiro britânico da
Antiguidade tardia e início da
Idade Média, a partir do qual se criaram as lendas que conhecemos hoje. Outros estudiosos crêem que Artur é pura invenção mitológica, sem relação com nenhum personagem real.
A escola que crê num Artur histórico baseia-se em antigas obras como
História dos Bretões(
Historia Brittonum) e
Anais da Câmbria (
Annales Cambriae), as quais relatam de maneira fantasiosa eventos históricos ou pseudo-históricos ocorridos nas
Ilhas Britânicas. Estes textos apresentam Artur como figura real, um líder
romano-britânico que lutou contra a invasão da
Britânia pelos
anglo-saxões, situando o período do Artur histórico entre o final do
século V e começo do
século VI. O livro
Historia Brittonum, escrito em
latim por volta do ano 830, é o mais antigo em que aparece seu nome. A obra relata doze batalhas que Artur disputou, referindo-se a ele não como rei senão como "dux bellorum" (chefe guerreiro). Estas chegam a seu ponto máximo na
Batalha do Monte Badon onde o cronista diz que Artur matou sozinho 960 homens. Estudos recentes, porém, questionam a utilidade do livro
Historia Brittonum como fonte histórica deste período.
A outra crônica antiga que parece apoiar a existência histórica de Artur são os
Annales Cambriae, escritos no século X, que também ligam Artur à Batalha do Monte Badon. O livro data essa batalha entre 516-518 e também menciona a
batalha de Camlann, na qual morrem Artur e
Mordred e que teria ocorrido entre 537-539. Estes detalhes aparentemente apóiam a versão da
Historia Brittonum, confirmando que Artur realmente lutou no Monte Badon. No entanto, os manuscritos dos
Annales Cambriae tem uma história complexa, e é possível que cronistas tenham utilizado o
Historia Brittonum como fonte sobre as seções sobre Artur dos
Annales no século X. Neste caso, o
Historia Brittonum e os
Annales Cambriae não seriam duas fontes independentes da historicidade de Artur.
*A Historia
A Grã-Bretanha, na Europa, é sujeita a controvérsias. A história mais provável é que o Rei Artur tenha existido na
Bretagne, região da França. Como exemplo, os menhirs e os dolmens que existiam na vila de Carnac e muitos outros que são vestígios deixados por povos
celtas ou
gauleses ou "
galloise" como pronunciado na França. O fato é que existem várias hipóteses. Aqui temos uma descrição da literatura inglesa. Pode ser que seja boa, mas até hoje não existe nada que prove. Para os curiosos a literatura francesa também tem a sua versão da história. Em princípios do
século V, o imperador de
Roma,
Honório, já farto das revoltas da província da
Bretanha mandou retirar as
legiões e quadros administrativos dessa província; essas legiões deviam ser comitenses, tropas móveis (uma vez que se sabe que as tropas junto à
Muralha de Adriano continuaram a cumprir o seu dever mesmo sem um império a quem servir).
A partir daí, de fato pouco se sabe, sendo a principal fonte um monge bretão do
século VI, Gildas. Gildas, além de tudo um monge muito forte e de conhecimento da magia negra e branca ajudou Artur em muitas de suas batalhas defendendo e protegendo-o.
Os pictos do norte e os irlandeses do oeste começaram a lançar ataques cada vez mais atrevidos; em meados do
século V, um rei
Voltigern pede ajuda a saxões do continente para combater essas ameaças, mas rapidamente os mercenários decidem passar a combater por conta própria para conquistar esse país tão fértil (pelo menos do seu ponto de vista), chamando mais tropas do continente.
 |
| Rei Arthur.1385 |
A situação estava estacionária quando, em finais do século V, Ambrosius Aurelianus, um romano da
Bretanha (seja o que for que esse termo implique décadas depois da partida de Roma) consegue numa batalha esmagadora deter os saxões, a célebre Mons Badicus. Por algumas décadas a maré saxã parece ser detida (os achados arqueológicos demonstram-no), mas a incapacidade dos bretões em se manter unidos permite aos saxões resistirem, depois lançarem-se novamente ao ataque. Na segunda metade dão-se uma série de batalhas que destroem primeiro os reinos celtas do sul, depois são os do norte, até os celtas ficarem reduzidos à
Cornualha,
Gales e mais uns enclaves. A
Inglaterra ia começar.
Depois da destruição dos reinos celtas, só existem novamente fontes com Beda, o venerável, em princípios do
século VIII. Infelizmente, as informações que ele fornece para o período de Artur são copiadas de Gildas e os seus próprios dados começam só por volta de 600 com as missões católicas aos reinos saxões.
Em pleno século VIII temos informações relevantes vindas de um Bretão, Nennius. Finalmente o nome de Artur é referido (não é certo pela 1ª vez, mas sim relacionado com os fatos corretos). É descrito como um comandante militar que teria vencido 12 batalhas contra os saxões sendo a mais gloriosa
Badon Hill (sendo assim ignorado Ambrosius). O problema desta fonte é que, segundo os historiadores, Nennius tinha uma certa tendência a “preencher” as lacunas com fatos inventados por ele. Isso não significa que ele tenha inventado tudo, mas que pode ter embelezado ou distorcido conforme as necessidades.
No
século X surgem as “Annales Cambriae”, uma cronologia (de origem galesa podemos agora dizer, e não bretã) bastante sucinta. Para o ano 516 registra a vitória de Artur contra os saxões e em 537 registra a morte de Artur e Medraut (o futuro
Mordred, embora não seja dito que eles fossem inimigos) numa batalha. Por curiosidade, na entrada de 573 é referido que
Merlin enlouqueceu, não é dito que é um mágico, bardo ou o que quer que seja mas apenas que enlouqueceu. Artur continua a ser referido como um chefe militar mas não como um rei.
Ora acima foi dito que o nome de Artur já era referido antes de Nennius o descrever. De fato, em algumas baladas galesas que remontam ao século VII, o nome de Artur como rei aventureiro no norte da Bretanha surge, mas nenhuma informação concreta é fornecida (para além de que enfrentava seres fantásticos e corrigia injustiças). Quanto muito ficamos a saber que o imaginário popular já se apoderara dele e retirando todo o contexto real lhe dera uma nova dimensão (como Mircea Elliade tão bem se apercebeu com outras figuras). Essas baladas teriam a mais bela concretização no Mabinogion.
As crônicas anglo-saxônicas sendo muito posteriores (começaram a ser compiladas no
século IX e vão até ao
século XII) descrevem todo o processo de destruição progressiva dos bretões (embora omitindo as suas próprias derrotas) mas não referem os nomes dos líderes bretões, o que é uma forte lacuna.
E assim chegamos a
Geoffrey de Monmouth. É do século XII e o último autor que diz estar a fazer história. Argumentou que utilizou um livro vermelho em língua bretã de onde tirou todas as suas informações (não se pode negar ou aceitar, mas era hábito da época justificar-se que se tinha uma fonte mais antiga). Ele vai acabar por dar alguns dos últimos acrescentos da futura lenda arturiana. Incorpora
Uther Pendragon (pai de Artur) como irmão de Aurelius Ambrosius, refere a célebre passagem em que Merlin disfarça Uther com o aspecto do marido de
Igraine, Mordred é já inimigo de Artur (mas apenas sobrinho e não filho incestuoso), Artur conquista o império romano, etc. Estamos de fato nos domínios da literatura.
Em finais do século XII Chrétien de Troyes, um
francês, escreve contos sobre as aventuras do Rei Artur,
Lancelote,
Guinevere,
Gawaine,
Percival. Sabe-se que Artur e os seus cavaleiros eram personagens populares na época e as histórias a partir da Bretanha de língua céltica e de Gales tinham-se espalhado por outros países. Mas Chrétien, apropriando-se de mitos conhecidos, dá-lhe um cunho pessoal e sobretudo ficam guardados para a posterioridade. A partir daí, é um nunca mais terminar: o ciclo da vulgata francesa, o
Parzival alemão, o
La mort d’Artur de sir Mallory só para citar os mais conhecidos. Alguns escrevem sobre todo o ciclo desde a morte de
Jesus Cristo até a morte de Artur, criando uma narrativa de séculos, outros descrevem apenas episódios que acontecem a cavaleiros. São incorporados mitos exteriores sem ligação inicial (a história de
Tristão e Isolda, o mito do
Graal,
A Távola Redonda,
Tintagel), novos personagens são criados (
Galahad). As obras são traduzidas para todas as línguas do ocidente cristão, reescritas, fundidas, influenciando muito a maneira de pensar (ou pelo menos o conceito do que deveria ser o ideal) dos cavaleiros. No
século XVIIdá-se uma certa diminuição do interesse, mas não muito, pois na ópera continua-se a utilizar o tema. E o romantismo do
século XIXcom o seu interesse na
Idade Média restaura o interesse (até escritores americanos como
Mark Twain o fazem). O
século XX, graças ao cinema e desenhos animados, completa o trabalho, mantendo o interesse vivo e permitindo que um maior público tenha acesso; os grupos neo-pagãos também tentam apropriar-se da lenda devido ao seu lado mais místico (centrando-se em
Morgana,
Viviane e
Merlinpor contraposição ao elemento cristão).
Os historiadores, depois de terem feito uma crítica feroz aos mitos arturianos, chegando mesmo a negar a sua existência, limitam-se a uma prudente reserva. O que nos fica então para além de belas histórias? Não podemos afirmar com toda a certeza que Artur existiu, pois não existem relatos contemporâneos.
Os arqueólogos, com as limitações que a ausência de registos implica, preferem falar de um período sub-romano para definir aquilo que é o período arturiano:
séculos V e
VI. Artur era de fato um nome até relativamente vulgar na época. Sabe-se que um comandante romano de um destacamento sármata do
século II na
Bretanha tinha esse nome. Outras figuras antes e depois do “Artur” que nos interessa tinham esse nome. Uma divindade do norte também tinha um nome semelhante.
Os nomes de origem romana ainda comuns nos séculos V e VI nas crônicas vão progressivamente desaparecendo à medida que, empurrados para Gales, os celtas vão se tornando galeses. Teria sido criado um herói a partir dos feitos de várias personagens que foram amalgamados pela memória coletiva? Ou de fato houve alguém que guerreou contra os saxões depois de Ambrosius e conseguiu depois adquirir um estatuto lendário? Ou nunca existiu ninguém assim e aos poucos surgiu uma lenda que foi crescendo? São várias as hipóteses mas nenhuma pode se impor no momento.
*Sua Esposa
Genebra (também conhecida por
Ginebra,
Guinever,
Guinevère ou
Guinnevere, do
galês,
Gwenhwyfar: a Fada Branca ou o Fantasma Branco) era a rainha consorte do
Rei Artur nas lendas do
Ciclo Arturiano.
Genebra é sobretudo conhecida pelo seu romance com
Lancelote, o principal
cavaleiro da Távola Redonda, que é relatado pela primeira vez na obra de
Chrétien de Troyes, "Lancelote, o Cavaleiro da Carroça". Este episódio é retomado em quase todas as obras do Ciclo Arturiano. A sua traição a Artur leva à queda do reino.
*Merlin meio irmão de Arthur:
As lendas são contraditórias quando o assunto é seu relacionamento com Artur, mas várias retratam Artur como sendo tio ou pai de Mordred. Mais precisamente, existem três versões diferentes sobre o parentesco:
- A primeira relata que ele era filho de Lot Luwddoc e sua esposa Ann-Morgause, uma tia por parte da mãe de Artur.
- Uma segunda relata que ele era filho de Artur e Ann-Morgause, adotado e criado por Lot.
- Uma terceira relata que ele era filho de Artur e Morgana, meia-irmã materna de Artur. Morgana ainda era solteira e por isso o entregou para Ann-Morgause e Lot para que fosse adotado e criado como filho próprio deles.
A menção mais antiga sobre Mordred está no
Annales Cambriae, uma
crônica que faz parte da
Historia Britonum. Mordred é mencionado novamente na tradição
galesa nas
Tríades Galesas: em uma tríade, baseada na obra
Historia Regum Britanniae de
Geoffrey de Monmouth, narra a história de sua traição para com Artur. Em outra, ele é descrito como o autor de uma das "Três Grandes Revoltas das Ilhas Britânicas" - ele veio até a corte de Artur em
Kelliwic na
Cornualha, devorou toda comida e bebida e até mesmo atirou Gwenhwyfar (mais conhecida como
Guinevere) de seu trono e espancou-a.
Geoffrey de Monmouth apresentou a figura de Mordred ao mundo além de Gales. Ele narra sobre quando Artur saiu para guerrear contra
Roma e deixou Mordred atrás para governar seu reino e proteger Guinevere; durante sua ausência Mordred se proclamou rei e casou-se com Guinevere, forçando Artur a retornar para a Bretanha, onde ele e Mordred se enfrentaram em
Camlann. A batalha (datada tanto em
537 como em
542) resultou na morte tanto de Artur quanto de Mordred, juntamente com boa parte de seus exércitos.
Conta-se que Mordred teve dois ou três casamentos:
- Primeiro com Guinevak (Gwenhwyvach), uma irmã mais nova de Guinevere (Gwenhwyfar).
- O segundo com Cwyllog, uma Princesa do Reino de Gwynedd.
- O terceiro com Guinevere, esposa de Artur e amante de Lancelot.
Algumas fontes tais como as tríades afirmam que ele era casado com Gwenhwyvach, irmã de Guinevere (Gwenhwyfar). Outras afirmam que a herança de Mordred sobreviveu através de
Melehan e
Melou, seus filhos gêmeos cuja mãe - uma de suas esposas - não é mencionada. Relata-se que eles tentaram reclamar o trono da Bretanha após a morte de Artur e Mordred. Melehan foi morto mais tarde por Lancelot e Melou por
Bors.
Existe uma estória na séries Merlin (2008, Episódio 8), que mostra Merlin, Morgana e Arthur (ainda príncipe) salvando a vida de Mordred ainda criança, sendo que Merlin sabia que se salvasse o garoto, Artur poderia morrer no futuro pelas mão de Mordred.
E isso gente Mordred meio irmão de Arthur queria mata-lo,Guinevere a esposa de Arthur era amante de Lancelot. Mordred queria roubar tanbem o trono e a esposa de Arthur.
Beijos!