segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Rei Arthur

Ola meus amores, hoje eu tava assistindo um filme da disney chamado Avalon High  e um filme baseado com a história do Rei Arthur,bem, Só que  e em tempos atuais nos Estados Unidos  que na verdade  deveria ser na Grã Bretanha,mas eu adorei o filme fala da reiencarnação de Arthur  e na verdade a reicarnação não seia um garoto era uma garota!(estranho né) então chega de bla bla bla e vamos ao post:


*O Rei


Rei Artur (em inglês King Arthur) é uma figura lendária britânica que, de acordo com históriasmedievais e romances, teria comandado a defesa contra os invasores saxões chegados à Grã-Bretanha no início do século VI. Os detalhes da história de Artur são compostos principalmente pelofolclore e pela literatura, e sua existência histórica é debatida e contestada por historiadores modernos. A escassez de antecedentes históricos de Artur é retratada por diversas fontes.
O lendário Artur cresce como uma figura de interesse internacional em grande parte pela popularidade do livro de Geoffrey de MonmouthHistoria Regum Britanniae (História dos Reis Britânicos). Porém, alguns contos de Gales e da Bretanha e poemas relativos a história do Rei Artur foram feitos antes deste livro; nestas obras Artur aparece como um grande guerreiro que defende a Grã-Bretanha dos homens e inimigos sobrenaturais ou como uma figura fascinante do folclore, às vezes associada com o Outro MundoAnnwn. Quanto ao livro de Geoffrey de Monmouth, foi mais adaptado dessas obras do que inventado por ele mesmo, porque ele é desconhecido. Embora os temas, acontecimentos e personagens da lenda de Artur variem de texto para texto e não exista uma versão totalmente comprovada, a versão de Geoffrey sobre os eventos é frequentemente usada como ponto inicial das histórias posteriores. Geoffrey descrevia Artur como um rei britânico que venceu os saxões e estabeleceu um império composto pela Grã-BretanhaIrlandaIslândia e Noruega. Na realidade, muitos elementos e acontecimentos que agora fazem parte da história de Artur apareceram no livro de Geoffrey, incluindo Uther Pendragon, pai de Arthur, o mago Merlim, a espada Excalibur, o nascimento de Artur em Tintagel, sua batalha final em Camlann contra Mordred em Camelot e o fim de AvalonChrétien de Troyes, escritor francês do século XII que adicionou Lancelote e o Santo Graalà história, iniciou o gênero de romance arturiano que se tornou uma importante vertente da literatura medieval. Nestas histórias francesas, a narrativa foca frequentemente em troca do Rei Artur para outros personagens, como os Cavaleiros da Távola Redonda. A literatura arturiana teve sucesso durante a Idade Média, mas diminuiu nos séculos que se seguiram até ter um ressurgimento significativo no século XIX. No século XXI, as lendas continuam vivas, tanto na literatura como em adaptações para teatrocinematelevisãorevista em quadrinhos e outras mídias.

*A Origem

A origem do mito do rei Artur é um ponto muito debatido pelos estudiosos até hoje. Alguns acreditam que o personagem Artur está baseado em alguma figura histórica, provavelmente um chefe guerreiro britânico da Antiguidade tardia e início da Idade Média, a partir do qual se criaram as lendas que conhecemos hoje. Outros estudiosos crêem que Artur é pura invenção mitológica, sem relação com nenhum personagem real.
A escola que crê num Artur histórico baseia-se em antigas obras como História dos Bretões(Historia Brittonum) e Anais da Câmbria (Annales Cambriae), as quais relatam de maneira fantasiosa eventos históricos ou pseudo-históricos ocorridos nas Ilhas Britânicas. Estes textos apresentam Artur como figura real, um líder romano-britânico que lutou contra a invasão da Britânia pelos anglo-saxões, situando o período do Artur histórico entre o final doséculo V e começo do século VI. O livro Historia Brittonum, escrito em latim por volta do ano 830, é o mais antigo em que aparece seu nome. A obra relata doze batalhas que Artur disputou, referindo-se a ele não como rei senão como "dux bellorum" (chefe guerreiro). Estas chegam a seu ponto máximo na Batalha do Monte Badon onde o cronista diz que Artur matou sozinho 960 homens. Estudos recentes, porém, questionam a utilidade do livroHistoria Brittonum como fonte histórica deste período.
A outra crônica antiga que parece apoiar a existência histórica de Artur são os Annales Cambriae, escritos no século X, que também ligam Artur à Batalha do Monte Badon. O livro data essa batalha entre 516-518 e também menciona a batalha de Camlann, na qual morrem Artur e Mordred e que teria ocorrido entre 537-539. Estes detalhes aparentemente apóiam a versão da Historia Brittonum, confirmando que Artur realmente lutou no Monte Badon. No entanto, os manuscritos dos Annales Cambriae tem uma história complexa, e é possível que cronistas tenham utilizado oHistoria Brittonum como fonte sobre as seções sobre Artur dos Annales no século X. Neste caso, o Historia Brittonum e os Annales Cambriae não seriam duas fontes independentes da historicidade de Artur.



*A Historia

A Grã-Bretanha, na Europa, é sujeita a controvérsias. A história mais provável é que o Rei Artur tenha existido na Bretagne, região da França. Como exemplo, os menhirs e os dolmens que existiam na vila de Carnac e muitos outros que são vestígios deixados por povosceltas ou gauleses ou "galloise" como pronunciado na França. O fato é que existem várias hipóteses. Aqui temos uma descrição da literatura inglesa. Pode ser que seja boa, mas até hoje não existe nada que prove. Para os curiosos a literatura francesa também tem a sua versão da história. Em princípios do século V, o imperador deRomaHonório, já farto das revoltas da província da Bretanha mandou retirar as legiões e quadros administrativos dessa província; essas legiões deviam ser comitenses, tropas móveis (uma vez que se sabe que as tropas junto à Muralha de Adriano continuaram a cumprir o seu dever mesmo sem um império a quem servir).
A partir daí, de fato pouco se sabe, sendo a principal fonte um monge bretão do século VI, Gildas. Gildas, além de tudo um monge muito forte e de conhecimento da magia negra e branca ajudou Artur em muitas de suas batalhas defendendo e protegendo-o.
Os pictos do norte e os irlandeses do oeste começaram a lançar ataques cada vez mais atrevidos; em meados do século V, um reiVoltigern pede ajuda a saxões do continente para combater essas ameaças, mas rapidamente os mercenários decidem passar a combater por conta própria para conquistar esse país tão fértil (pelo menos do seu ponto de vista), chamando mais tropas do continente.
Rei Arthur.1385
A situação estava estacionária quando, em finais do século V, Ambrosius Aurelianus, um romano da Bretanha (seja o que for que esse termo implique décadas depois da partida de Roma) consegue numa batalha esmagadora deter os saxões, a célebre Mons Badicus. Por algumas décadas a maré saxã parece ser detida (os achados arqueológicos demonstram-no), mas a incapacidade dos bretões em se manter unidos permite aos saxões resistirem, depois lançarem-se novamente ao ataque. Na segunda metade dão-se uma série de batalhas que destroem primeiro os reinos celtas do sul, depois são os do norte, até os celtas ficarem reduzidos à CornualhaGales e mais uns enclaves. A Inglaterra ia começar.
Depois da destruição dos reinos celtas, só existem novamente fontes com Beda, o venerável, em princípios do século VIII. Infelizmente, as informações que ele fornece para o período de Artur são copiadas de Gildas e os seus próprios dados começam só por volta de 600 com as missões católicas aos reinos saxões.
Em pleno século VIII temos informações relevantes vindas de um Bretão, Nennius. Finalmente o nome de Artur é referido (não é certo pela 1ª vez, mas sim relacionado com os fatos corretos). É descrito como um comandante militar que teria vencido 12 batalhas contra os saxões sendo a mais gloriosa Badon Hill (sendo assim ignorado Ambrosius). O problema desta fonte é que, segundo os historiadores, Nennius tinha uma certa tendência a “preencher” as lacunas com fatos inventados por ele. Isso não significa que ele tenha inventado tudo, mas que pode ter embelezado ou distorcido conforme as necessidades.
No século X surgem as “Annales Cambriae”, uma cronologia (de origem galesa podemos agora dizer, e não bretã) bastante sucinta. Para o ano 516 registra a vitória de Artur contra os saxões e em 537 registra a morte de Artur e Medraut (o futuro Mordred, embora não seja dito que eles fossem inimigos) numa batalha. Por curiosidade, na entrada de 573 é referido que Merlin enlouqueceu, não é dito que é um mágico, bardo ou o que quer que seja mas apenas que enlouqueceu. Artur continua a ser referido como um chefe militar mas não como um rei.
Ora acima foi dito que o nome de Artur já era referido antes de Nennius o descrever. De fato, em algumas baladas galesas que remontam ao século VII, o nome de Artur como rei aventureiro no norte da Bretanha surge, mas nenhuma informação concreta é fornecida (para além de que enfrentava seres fantásticos e corrigia injustiças). Quanto muito ficamos a saber que o imaginário popular já se apoderara dele e retirando todo o contexto real lhe dera uma nova dimensão (como Mircea Elliade tão bem se apercebeu com outras figuras). Essas baladas teriam a mais bela concretização no Mabinogion.
As crônicas anglo-saxônicas sendo muito posteriores (começaram a ser compiladas no século IX e vão até ao século XII) descrevem todo o processo de destruição progressiva dos bretões (embora omitindo as suas próprias derrotas) mas não referem os nomes dos líderes bretões, o que é uma forte lacuna.
E assim chegamos a Geoffrey de Monmouth. É do século XII e o último autor que diz estar a fazer história. Argumentou que utilizou um livro vermelho em língua bretã de onde tirou todas as suas informações (não se pode negar ou aceitar, mas era hábito da época justificar-se que se tinha uma fonte mais antiga). Ele vai acabar por dar alguns dos últimos acrescentos da futura lenda arturiana. Incorpora Uther Pendragon (pai de Artur) como irmão de Aurelius Ambrosius, refere a célebre passagem em que Merlin disfarça Uther com o aspecto do marido de Igraine, Mordred é já inimigo de Artur (mas apenas sobrinho e não filho incestuoso), Artur conquista o império romano, etc. Estamos de fato nos domínios da literatura.
Em finais do século XII Chrétien de Troyes, um francês, escreve contos sobre as aventuras do Rei Artur, LanceloteGuinevere,GawainePercival. Sabe-se que Artur e os seus cavaleiros eram personagens populares na época e as histórias a partir da Bretanha de língua céltica e de Gales tinham-se espalhado por outros países. Mas Chrétien, apropriando-se de mitos conhecidos, dá-lhe um cunho pessoal e sobretudo ficam guardados para a posterioridade. A partir daí, é um nunca mais terminar: o ciclo da vulgata francesa, o Parzival alemão, o La mort d’Artur de sir Mallory só para citar os mais conhecidos. Alguns escrevem sobre todo o ciclo desde a morte de Jesus Cristo até a morte de Artur, criando uma narrativa de séculos, outros descrevem apenas episódios que acontecem a cavaleiros. São incorporados mitos exteriores sem ligação inicial (a história de Tristão e Isolda, o mito do GraalA Távola Redonda,Tintagel), novos personagens são criados (Galahad). As obras são traduzidas para todas as línguas do ocidente cristão, reescritas, fundidas, influenciando muito a maneira de pensar (ou pelo menos o conceito do que deveria ser o ideal) dos cavaleiros. No século XVIIdá-se uma certa diminuição do interesse, mas não muito, pois na ópera continua-se a utilizar o tema. E o romantismo do século XIXcom o seu interesse na Idade Média restaura o interesse (até escritores americanos como Mark Twain o fazem). O século XX, graças ao cinema e desenhos animados, completa o trabalho, mantendo o interesse vivo e permitindo que um maior público tenha acesso; os grupos neo-pagãos também tentam apropriar-se da lenda devido ao seu lado mais místico (centrando-se em MorganaViviane e Merlinpor contraposição ao elemento cristão).
Os historiadores, depois de terem feito uma crítica feroz aos mitos arturianos, chegando mesmo a negar a sua existência, limitam-se a uma prudente reserva. O que nos fica então para além de belas histórias? Não podemos afirmar com toda a certeza que Artur existiu, pois não existem relatos contemporâneos.
Os arqueólogos, com as limitações que a ausência de registos implica, preferem falar de um período sub-romano para definir aquilo que é o período arturiano: séculos V e VI. Artur era de fato um nome até relativamente vulgar na época. Sabe-se que um comandante romano de um destacamento sármata do século II na Bretanha tinha esse nome. Outras figuras antes e depois do “Artur” que nos interessa tinham esse nome. Uma divindade do norte também tinha um nome semelhante.
Os nomes de origem romana ainda comuns nos séculos V e VI nas crônicas vão progressivamente desaparecendo à medida que, empurrados para Gales, os celtas vão se tornando galeses. Teria sido criado um herói a partir dos feitos de várias personagens que foram amalgamados pela memória coletiva? Ou de fato houve alguém que guerreou contra os saxões depois de Ambrosius e conseguiu depois adquirir um estatuto lendário? Ou nunca existiu ninguém assim e aos poucos surgiu uma lenda que foi crescendo? São várias as hipóteses mas nenhuma pode se impor no momento.

*Sua Esposa

Genebra (também conhecida por GinebraGuineverGuinevère ou Guinnevere, do galês,Gwenhwyfar: a Fada Branca ou o Fantasma Branco) era a rainha consorte do Rei Artur nas lendas doCiclo Arturiano.
Genebra é sobretudo conhecida pelo seu romance com Lancelote, o principal cavaleiro da Távola Redonda, que é relatado pela primeira vez na obra de Chrétien de Troyes, "Lancelote, o Cavaleiro da Carroça". Este episódio é retomado em quase todas as obras do Ciclo Arturiano. A sua traição a Artur leva à queda do reino.

*Merlin meio irmão de Arthur:

Mordred (GalêsMedraut) é uma figura lendária da Bretanha que ficou conhecida por suatraição ao lutar contra o Rei Artur na Batalha de Camlann, onde ele foi morto e Artur fatalmente ferido. Seu nome significa "mau conselho".
As lendas são contraditórias quando o assunto é seu relacionamento com Artur, mas várias retratam Artur como sendo tio ou pai de Mordred. Mais precisamente, existem três versões diferentes sobre o parentesco:
  • A primeira relata que ele era filho de Lot Luwddoc e sua esposa Ann-Morgause, uma tia por parte da mãe de Artur.
  • Uma segunda relata que ele era filho de Artur e Ann-Morgause, adotado e criado por Lot.
  • Uma terceira relata que ele era filho de Artur e Morgana, meia-irmã materna de Artur. Morgana ainda era solteira e por isso o entregou para Ann-Morgause e Lot para que fosse adotado e criado como filho próprio deles.
A menção mais antiga sobre Mordred está no Annales Cambriae, uma crônica que faz parte daHistoria Britonum. Mordred é mencionado novamente na tradição galesa nas Tríades Galesas: em uma tríade, baseada na obra Historia Regum Britanniae de Geoffrey de Monmouth, narra a história de sua traição para com Artur. Em outra, ele é descrito como o autor de uma das "Três Grandes Revoltas das Ilhas Britânicas" - ele veio até a corte de Artur em Kelliwic na Cornualha, devorou toda comida e bebida e até mesmo atirou Gwenhwyfar (mais conhecida comoGuinevere) de seu trono e espancou-a.
Geoffrey de Monmouth apresentou a figura de Mordred ao mundo além de Gales. Ele narra sobre quando Artur saiu para guerrear contra Roma e deixou Mordred atrás para governar seu reino e proteger Guinevere; durante sua ausência Mordred se proclamou rei e casou-se com Guinevere, forçando Artur a retornar para a Bretanha, onde ele e Mordred se enfrentaram em Camlann. A batalha (datada tanto em 537 como em 542) resultou na morte tanto de Artur quanto de Mordred, juntamente com boa parte de seus exércitos.
Conta-se que Mordred teve dois ou três casamentos:
  • Primeiro com Guinevak (Gwenhwyvach), uma irmã mais nova de Guinevere (Gwenhwyfar).
  • O segundo com Cwyllog, uma Princesa do Reino de Gwynedd.
  • O terceiro com Guinevere, esposa de Artur e amante de Lancelot.
Algumas fontes tais como as tríades afirmam que ele era casado com Gwenhwyvach, irmã de Guinevere (Gwenhwyfar). Outras afirmam que a herança de Mordred sobreviveu através de Melehan e Melou, seus filhos gêmeos cuja mãe - uma de suas esposas - não é mencionada. Relata-se que eles tentaram reclamar o trono da Bretanha após a morte de Artur e Mordred. Melehan foi morto mais tarde por Lancelot e Melou por Bors.
Existe uma estória na séries Merlin (2008, Episódio 8), que mostra Merlin, Morgana e Arthur (ainda príncipe) salvando a vida de Mordred ainda criança, sendo que Merlin sabia que se salvasse o garoto, Artur poderia morrer no futuro pelas mão de Mordred.








E isso gente Mordred meio irmão de Arthur queria mata-lo,Guinevere a esposa de Arthur era  amante de Lancelot. Mordred  queria roubar tanbem o trono e a esposa de Arthur.

                                                        Beijos!











domingo, 14 de outubro de 2012

Sobre a comp !

Gente a comp ta ADIADA  devidos aos erros do correio em minha cidade e comforme prefeitura isso vai acabar logo logo digo na quinta entao  vcs tem mais tempo pra criar as frases  beijos!♥

Uma curtinha pra animar

Para comessar vou a visando que vou faser uma competi help pra voces entao pra comessar com a competisal uma pessoa sera sortiada e ganhara uma entrevista e varios premios3  

 tera que ter pelo menos 2 reais para mandar pra nois para podermos mandarpelo correio o chec

 ter idade suficiente para ter indereso e cppf(sei la como se escreve mais da pro gasto





 e isso gente  o resultado da comp curtinha vai vir na terca a noite entao CORRE!!!!








                          beijos.♥

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Alberto Santos Dumont (Palmira, 20 de julho de 1873Guarujá, 23 de julho de 1932) foi um aeronauta, esportista e inventor brasileiro. Dumont é considerado por muitos brasileiros como o inventor do dirigível, do avião e do ultraleve.

Santos Dumont projetou, construiu e voou os primeiros balões dirigíveis com motor a gasolina. Esse mérito lhe é garantido internacionalmente pela conquista do Prêmio Deutsch em 1901, quando em um voo contornou a Torre Eiffel com o seu dirigível Nº 6, transformando-se em uma das pessoas mais famosas do mundo durante o século XX.[1] Com a vitória no Prêmio Deutsch, ele também foi, portanto, o primeiro a cumprir um circuito pré-estabelecido sob testemunho oficial de especialistas, jornalistas e populares.

Santos Dumont também foi o primeiro a decolar a bordo de um avião impulsionado por um motor a gasolina. Em 23 de outubro de 1906, ele voou cerca de 60 metros a uma altura de dois a três metros com o Oiseau de Proie' (francês para "ave de rapina"), no Campo de Bagatelle, em Paris. Menos de um mês depois, em 12 de novembro, diante de uma multidão de testemunhas, percorreu 220 metros a uma altura de 6 metros com o Oiseau de Proie III. Esses voos foram os primeiros homologados pelo Aeroclube da França de um aparelho mais pesado que o ar,[2] e possivelmente a primeira demonstração pública de um veículo levantando voo por seus próprios meios, sem a necessidade de uma rampa para lançamento.

Apesar de os brasileiros considerarem Santos Dumont como o responsável pelo primeiro voo num avião, na maior parte do mundo o crédito à invenção do avião é dado aos irmãos Wright. Uma excepção é a França, onde o crédito é dado a Clément Ader que efectuou o primeiro voo de um mais pesado que o ar propulsionado a motor e levantando voo pelos seus próprios meios em 9 de Outubro de 1890[3][4][5]. A FAI, no entanto, considera que foram os irmãos Wright os primeiros a realizar um voo controlado, motorizado, num aparelho mais pesado do que o ar[6], por uma decolagem e subsequente voo ocorridos em 17 de dezembro de 1903 no Flyer, já que os voos de Clément Ader foram realizados em segredo militar, vindo-se apenas a saber da sua existência muitos anos depois[7][8][9]. Por outro lado, o 14-Bis de Dumont teve uma decolagem autopropulsada, reconhecida oficialmente por publico e jornalistas, tendo sido a primeira atividade esportiva da aviação a ser homologada pela FAI.[2][10][11][12]

terça-feira, 31 de julho de 2012

A vida de antigamente.

Oi gente, hoje vamos mostrar a vida de antigamente como vcs sabem, nós estamos procurando o máximo que podemos para trazer aqui para vcs o principal tema desse blog, que á historia da antiguidade oque certas pessoas gostam de pesquisar e de mergulhar no tempo antigo, e ainda inclusivamente para vcs vamos trazer para vcs ver como era a vida de antigamente.

ANTIGAMENTE, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam-lhes pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio. E se levavam tábua, o remédio era tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia. As pessoas, quando corriam, antigamente, era para tirar o pai da forca e não caíam de cavalo magro. Algumas jogavam verde para colher maduro, e sabiam com quantos paus se faz uma canoa. O que não impedia que, nesse entrementes, esse ou aquele embarcasse em canoa furada. Encontravam alguém que lhes passasse a manta e azulava, dando às de vila-diogo. Os mais idosos, depois da janta, faziam o quilo, saindo para tomar fresca; e também tomavam cautela de não apanhar sereno. Os mais jovens, esses iam ao animatógrafo, e mais tarde ao cinematógrafo, chupando balas de altéia. Ou sonhavam em andar de aeroplano; os quais, de pouco siso, se metiam em camisa de onze varas, e até em calças pardas; não admira que dessem com os burros n’água.

HAVIA OS QUE tomaram chá em criança, e, ao visitarem família da maior consideração, sabiam cuspir dentro da escarradeira. Se mandavam seus respeitos a alguém, o portador garantia-lhes: “Farei presente.” Outros, ao cruzarem com um sacerdote, tiravam o chapéu, exclamando: “Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo”, ao que o Reverendíssimo correspondia: “Para sempre seja louvado.” E os eruditos, se alguém espirrava — sinal de defluxo — eram impelidos a exortar: “Dominus tecum”. Embora sem saber da missa a metade, os presunçosos queriam ensinar padre-nosso ao vigário, e com isso metiam a mão em cumbuca. Era natural que com eles se perdesse a tramontana. A pessoa cheia de melindres ficava sentida com a desfeita que lhe faziam, quando, por exemplo, insinuavam que seu filho era artioso. Verdade seja que às vezes os meninos eram mesmo encapetados; chegavam a pitar escondido, atrás da igreja. As meninas, não: verdadeiros cromos, umas tetéias.

ANTIGAMENTE, certos tipos faziam negócios e ficavam a ver navios; outros eram pegados com a boca na botija, contavam tudo tintim por tintim e iam comer o pão que o diabo amassou, lá onde Judas perdeu as botas. Uns raros amarravam cachorro com lingüiça. E alguns ouviam cantar o galo, mas não sabiam onde. As famílias faziam sortimento na venda, tinham conta no carniceiro e arrematavam qualquer quitanda que passasse à porta, desde que o moleque do tabuleiro, quase sempre um cabrito, não tivesse catinga. Acolhiam com satisfação a visita do cometa, que, andando por ceca e meca, trazia novidades de baixo, ou seja, da Corte do Rio de Janeiro. Ele vinha dar dois dedos de prosa e deixar de presente ao dono da casa um canivete roscofe. As donzelas punham carmim e chegavam à sacada para vê-lo apear do macho faceiro. Infelizmente, alguns eram mais do que velhacos: eram grandessíssimos tratantes.

ACONTECIA o indivíduo apanhar constipação; ficando perrengue, mandava o próprio chamar o doutor e, depois, ir à botica para aviar a receita, de cápsulas ou pílulas fedorentas. Doença nefasta era a phtysica, feia era o gálico. Antigamente, os sobrados tinham assombrações, os meninos lombrigas, asthma os gatos, os homens portavam ceroulas, botinas e capa-de-goma, a casimira tinha de ser superior e mesmo X.P.T.O. London, não havia fotógrafos, mas retratistas, e os cristãos não morriam: descansavam.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Luíz Gonzaga(homenagem)

Luiz Gonzaga do Nascimento (Exu, 13 de dezembro de 1912Recife, 2 de agosto de 1989) foi um compositor popular brasileiro, conhecido como o Rei do Baião.

Foi uma das mais completas, importantes e inventivas figuras da música popular brasileira. Cantando acompanhado de sua sanfona, zabumba etriângulo, levou a alegria das festas juninas e dos forrós pé-de-serra, bem como a pobreza, as tristezas e as injustiças de sua árida terra, o sertãonordestino, para o resto do país, numa época em que a maioria das pessoas desconhecia o baião, o xote e o xaxado. Admirado por grandes músicos, como Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Raul Seixas, Caetano Veloso, entre outros, o genial instrumentista e sofisticado inventor de melodia e harmonias ganhou notoriedade com as antológicas canções Baião (1946), Asa Branca (1947), Siridó (1948), Juazeiro (1948), Qui Nem Jiló (1949) e Baião de Dois (1950)


A música mais conhecida de Luíz Gonzaga Asa branca:

http://www.youtube.com/watch?v=A5r2_wGk1dI&feature=fvwrel






Amélia Earhart (pioneira da aviação).


Amélia Earhart, a primeira mulher a pilotar um avião sozinha, que completaria 115 anos se ainda estivesse viva no dia 24 de julho de 2012.


A primeira pilota de avião

Amélia fez história na aviação e se tornou pioneira por ser a primeira mulher que voou solo sobre o Oceano Atlântico. Grande defensora dos direitos do sexo feminino, escritora e vista como um ícone do seu tempo, ela nasceu em Kansas no dia 24 de julho de 1897. Foi apenas em 1920 que ela teve sua primeira experiência de voo, como passageira, mas a partir daquele momento, percebeu que faria daquela a sua profissão.

Seu grande feito aconteceu 12 anos depois. Aos 34 anos, na manhã de 20 de maio de 1932, Earhart partiu de Harbour Grace, Terra Nova. Após um voo de 14 horas e 56 minutos, no qual ela enfrentou fortes ventos do norte, gelo e problemas mecânicos, Amélia pousou em um pasto em Culmore, norte de Derry, Irlanda do Norte. Depois de fazer uma viagem transatlântica em 1923, apenas como auxiliar, ela se tornara a primeira mulher a efetuar um voo solo sem escalas através do Atlântico.

O feito lhe rendeu a “Distinguished Flying Cross” do Congresso dos Estados Unidos, a “Cruz de Cavaleiro” da Legião de Honra do governo francês e a “Medalha de Ouro” da National Geographic Society das mãos do presidente Herbert Hoover. Vieram também fama, sucesso e muito reconhecimento.

Apaixonada pela aviação, foi também pilotando que ela faleceu. Amélia desapareceu no oceano Pacífico, perto da Ilha Howlandm enquanto tentava realizar um voo ao redor do mundo em 1937. Seu corpo nunca foi encontrado e a pioneira da aviação norte-americana acabou sendo declarada morta no dia 5 de janeiro de 1939.


Beijos.